O exército americano descobriu um novo inimigo. E de fato, este não está escondido nas profundas cavernas do Afeganistão, nem em um buraco dos fundos de uma fazenda no interior do Iraque. Ele vive nos computadores da grande maioria dos mortais: O PowerPoint. Ou seja, a saga começa com a divulgação do slide abaizo. Quando o general McChrystal o viu, brincou: “Quando nós entendermos esse slide, nós vamos ganhar a guerra”.
O comando do exército justificou qual seria o grande problema do software: “os slides criam uma falsa ilusão de entender o todo e a ilusão de se ter controle sobre ele – porque alguns problemas do mundo não são ”bullet-izáveis”. A dependência do software é tão grande que os cadetes inciantes do exército sãoapelidados de “Powerpoint Rangers” (acho que lá eles seguem a mesma regra daqui: deixar as apresentações com o estagiário) e alguns generais até já proibiram o uso das apresentações em suas unidades por acharem que “Powerpoint make us stupid”.
Nossa visão sobre o ataque ao Powerpoint
Na visão da MonkeyBusiness, temos ai uma situação que potencializa o que acontece o dia inteiro em diversos lugares: Pessoas que apenas sabem usar o software (e suas ferramentas), mas não sabem criar apresentações. E a diferença entre saber fazer um ou outro é abissal. Quem sabe criar uma apresentação, cria no papel, na lousa, na parede, no guardanapo do boteco, em qualquer lugar. Quem tem apenas a ferramenta se perde.
Realmente, o slide-infográfico do qual o General McChrystal se referiu é incompreensível. No entanto, não pensem eles que isso é uma exclusividade do exército americano. Afinal, vimos esse tipo de dificuldade aqui na MonkeyBusiness com uma certa frequência, e ela é legítima. Enfim, nem todos tem a obrigação de saber criar boas apresentações, infográficos bem explicados, com bom design e direção de arte.
Concluindo: O profissional deve entender do seu mercado, do seu produto e todas as variáveis que o cercam. No caso, o soldado sabe sobre os detalhes da guerra. Agora, como colocar isso de uma maneira didática, bem distribuída, em slides que passem a informação com clareza e sem entropia, é um outro passo.
Não conseguiu fazer um bom infográfico?
Então paga 20 flexões de braço e contrata a MonkeyBusiness.

