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Como se comunicar em um mar de desatenção

Se a Netflix está pedindo para roteiristas “repetirem o plot três ou quatro vezes” no diálogo porque muita gente assiste enquanto mexe no celular, temos um sintoma cultural importante para entendermos o momento da comunicação corporativa. Matt Damon relatou essa lógica de streaming para espectadores distraídos em entrevistas recentes ligadas à produção de filmes para a plataforma. E, no mundo corporativo, a situação é ainda mais brutal, já que sua plateia não está no sofá aguardando receber seu conteúdo. Ela está na sua mesa de trabalho, com e-mail aberto, WhatsApp apitando, planilhas de Excel abertas e eventos do calendário apintando. E sua mensagem corporativa competindo com tudo isso. Então, como se comunicar em um mar de desatenção? 

O problema hoje não é mais a falta de interesse, e sim um ecossistema de atenção. Dados globais do YouGov indicam que, em vários mercados, a maioria das pessoas diz olhar o celular “com frequência” enquanto trabalha em outras tarefas. Esse fato isolado já ajuda a entender por que mensagens ditas uma única vez evaporam na mente das pessoas. Agora, imagine o que acontece numa reunião no Teams, com notificações pipocando, se você deposita seus argumentos inteiros em um único slide e espera que “a lógica se imponha”, você está tratando atenção como se fosse um recurso infinito. Não é. Atenção hoje é um recurso alugado por segundos. Por isso é preciso trabalhar com qualidade a sua comunicação corporativa. 

Como se comunicar em um mar de desatenção 

A saída para saber como se comunicar em um mar de desatenção não é “falar mais alto” nem “colocar mais texto”. É pensar como naquela música que grudou na sua mente, criando um refrão, e fazê-lo voltar 3 ou 4 vezes na sua comunicação corporativa, mas em formatos diferentes. A ciência do design multimídia ajuda aqui: cortar excesso trabalhando na coerência, sinalizar o que importa direcionando a atenção, manter texto perto do visual ativando a contiguidade e evitar redundância literal. Em outras palavras: repetir a ideia central, sim, mas sem duplicar o mesmo parágrafo na fala e na tela. Repita por variação: a fala entrega intenção, o visual prova, o texto ancora. Como fizemos nessa animação 3D institucional que criamos para a Bee2Pay: 

Funciona assim na prática, em apresentações profissionais: escolha 3 mensagens-mãe (as únicas que você quer que a pessoa repita depois da reunião). Para cada uma, escreva uma frase de até 12 palavras. Depois, aplique o “tríptico” discurso + slide visual + texto mínimo em três momentos do deck: (1) abertura (promessa/diagnóstico), (2) meio (depois da prova: dado, caso, demo), (3) fechamento (decisão e próximo passo). Assim, a mesma ideia volta como refrão. Mas cada volta acrescenta algo: primeiro você planta, depois comprova, por fim você converte. E se quiser um quarto toque, use a repetição “silenciosa” através do visual da sua comunicação corporativa: aplicada em um ícone, na paleta de cores ou forma recorrente que marca aquela mensagem em toda a sua comunicação corporativa em vídeos, animações ou apresentações. Enfim, quando a pergunta é como se comunicar em um mar de desatenção, temos que ser estratégicos. Como fizemos nessa apresentação do Mercado Livre para o HSM: 

É preciso entender a repetição de forma estratégica 

Aqui na MonkeyBusiness, a gente trata essa questão como direção de cena: a mensagem-chave precisa aparecer em três camadas coordenadas. Ou seja, o que você diz, o que a sua cena ou slide mostram e o que o texto comporva. Assim, para sobreviver ao ruído da reunião moderna. O design corporativo organiza a hierarquia (um foco por slide ou cena), e a animação entra como pontuação: revela por etapas, guia o olhar, impede que a audiência “leia tudo de uma vez” e se perca. Quando motion design corporativo vira enfeite, ele rouba atenção; quando vira ritmo, ele segura entendimento. Como fizemos nesse vídeo de lançamento da Decortiles: 

E um cuidado importante: repetição também aumenta “fluência”. E fluência pode dar sensação de verdade. Então, repita com responsabilidade: refrão com prova, não refrão com wishful thinking. Estudos sobre o “illusory truth effect” mostram que informação repetida tende a parecer mais verdadeira. A regra prática é simples: se a sua mensagem-mãe não tem evidência (número, caso, demonstração, método), ela não merece voltar 3 vezes. merece ser reescrita. Como fizemos nessa animação motivacional da Libbs: 

Concluindo, a repetição da mensagem na sua comunicação corporativa é importante, mas deve ser feita de forma estratégica. Aqui na MonkeyBusiness temos quase 20 anos de experiência criando Apresentações, Vídeos e Animações corporativas para mais de 2 mil grandes empresas do mundo todo. Somos a melhor parceira para criar sua comunicação corporativa de forma eficiente e estrarégica, sem cansar seu público 

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