Como falar em público sem travar: 5 jeitos de encolher o monstro 

Como falar em público sem travar? Você vai apresentar. O coração acelera. A mão sua e a garganta sua. O cérebro, solidário como um vilão de novela, decide projetar um filme inteiro em sua cabeça no qual você esquece tudo, tropeça em palavras simples, derruba a autoestima no chão e sai do palco emocionalmente adotado por um cacto. Sim: o medo de falar em público tem esse talento cênico. Ele pega uma reunião de vendas de 15 minutos e transforma na última batida de pênalty da final mundial no Maracanã. O problema é que, quanto mais você trata esse medo como um dragão mitológico, mais ele cresce. Então, a primeira lição para domar esse bicho é quase ofensivamente simples: ele parece um monstro maior do que realmente é.

Nessa animação que criamos em Powerpoint aqui na MonkeyBusiness, a graça da ideia está justamente aí: esse medo ganha cara, corpo, sombra e presença, como se fosse uma criatura vivendo de aluguel na sua cabeça. E, convenhamos, faz sentido, né? Porque o medo de apresentar raramente nasce do conteúdo em si. Ele nasce do julgamento imaginado. Do “e se eu errar?”, “e se travar?”, “e se perceberem que estou nervoso?”. Em resumo: não é só medo de falar. É medo de ser visto falhando ao vivo. Só que tem uma boa notícia escondida nesse drama todo: se o monstro cresce na imaginação, ele também diminui quando você foca em ter um bom material, como nós somos especializados aqui desde 2009, criando as melhores apresentações do mundo. Vamos à algumas dicas de como falar em público sem travar:

Dicas de como falar em público sem travar 

01. Não vire um robô 

O primeiro jeito para saber como falar em público sem travar é encolher o monstro é parar de tentar parecer um robô premium. Muita gente trava porque confunde preparo com decoração militar de texto. A pessoa quer memorizar cada palavra, cada vírgula, cada respiração, como se estivesse tentando fazer um cover de si mesma. Resultado: basta esquecer uma frase e pronto, parece que o sistema inteiro caiu. Muito melhor do que decorar tudo é dominar o caminho. Saiba qual é a abertura, quais são os três ou quatro pontos principais, qual exemplo conecta um bloco ao outro e como fechar. Quando você entende a estrada, não entra em pânico por causa de uma lombada.

02. Saiba como ensaiar 

O segundo jeito é ensaiar do jeito certo. Não adianta treinar só dentro da cabeça, porque na cabeça todo mundo é um TED ambulante. O treino real é em voz alta, com cronômetro, de preferência em pé, e melhor ainda se você se gravar. Sim, eu sei: se assistir em vídeo é quase uma experiência de exorcismo. Afinal, ninguém gosta da própria voz, do próprio rosto ou daquele gesto aleatório que parece que você está tentando espantar abelhas invisíveis. Mas é justamente por isso que funciona. Quando você se vê, o medo deixa de ser uma névoa abstrata e vira ajuste concreto. “Estou rápido demais.” “Preciso pausar.” “Esse slide está me atrapalhando.” Maravilha. Agora você saiu do pânico e entrou na direção.

03. Slide não é muleta emocional 

O terceiro jeito é parar de tratar slide como muleta emocional. Slide não é ansiolítico. A tela não vai salvar você de uma linha de raciocínio mal montada. Aliás, às vezes ela piora tudo. Porque o apresentador nervoso tem um talento especial para encher o slide de texto, como se dissesse: “Caso eu entre em colapso, leiam aí por mim”. Só que isso mata a comunicação e ainda aumenta a sua dependência visual. O ideal é o contrário: construir um material que organize o pensamento e ajude a conduzir sua fala. Isso porque um bom slide não fala no seu lugar; ele te deixa falar melhor. E esse é um ponto que a gente aprende todos os dias na MonkeyBusiness: quando a apresentação está bem resolvida em roteiro, lógica e design, o apresentador não precisa lutar contra o material. Ele consegue jogar no mesmo time dele.

04. Evite catastrofizar 

O quarto jeito é diminuir o tamanho do palco dentro da sua cabeça. Nem toda apresentação é um julgamento final da sua existência. Às vezes é só uma reunião. Ou é só um pitch. Às vezes é só você explicando alguma coisa útil para pessoas que, em geral, querem entender o que você tem a dizer e seguir a vida. Dessa forma, o medo adora grandiosidade. Então faça o favor de estragar a festa dele. Em vez de pensar “preciso impressionar todo mundo”, pense “preciso fazer três ideias ficarem claras”. Ao invés de pensar “não posso errar”, pense “posso corrigir o rumo no meio”. Em vez de imaginar uma plateia hostil, imagine uma conversa ampliada. O monstro odeia proporcionalidade.

05. Pode ser tímido e pode ter medo sim 

O quinto jeito, e talvez o mais libertador, é aceitar que falar bem em público não significa parecer destemido. Significa conseguir comunicar apesar do frio na barriga. Tem gente ótima que ainda fica nervosa. Enfim, tem executivo experiente que sua, acelera, respira errado e, ainda assim, apresenta bem porque aprendeu a pilotar a própria tensão. Então o objetivo não é virar uma estátua grega da oratória. É funcionar. Transmitir. Convencer. É ser entendido. Às vezes, a cura do medo de falar em público não está em matar o monstro. Está em fazê-lo caber no porta-malas.

E, claro, existe um atalho delicioso nisso tudo: quando faz sentido, transforme parte do peso da apresentação em audiovisual. Afinal, saber como falar em público sem travar passa por ter um bom material como vídeo, animação, motion design, cenas bem desenhadas, argumentos mais visuais. Nem tudo precisa depender de uma pessoa sozinha, ao vivo, tentando sustentar conteúdo, emoção, timing e presença ao mesmo tempo. Assim, uma boa peça audiovisual pode dividir esse peso com você e até carregar a mensagem melhor do que um discurso cru.

Foi exatamente esse tipo de visão que a MonkeyBusiness desenvolveu ao longo dos nossos quase 20 anos de Mercado atendendo as maiores empresas e seus profissionais mais exigentes: apresentações profissionais, vídeos e animações não são só peças bonitas; são maneiras mais inteligentes de comunicar quando a ansiedade ameaça sabotar a performance.

No fim das contas, curar o medo de falar em público talvez seja menos heroico do que parece. Não é matar um dragão com uma espada flamejante. É mais como domesticar um bicho exagerado com técnica, repetição, clareza e um pouco de humor. O medo vai latir. Às vezes vai até mostrar os dentes. Mas, quando você organiza o conteúdo, ensaia de verdade, melhora o material e entende que ninguém está esperando perfeição cinematográfica, ele vai encolhendo. Até virar o que sempre foi: barulho demais para um bicho nem tão grande assim.

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Marco Franzolim

Fundador e CEO da MonkeyBusiness

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