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Cacoetes na hora de apresentar. Aprenda a evitá-los!

Cada pessoa possui uma característica (ou várias) que a definem como distinta entre qualquer outra. Mesmo que não tanto pelo aspecto visual mas principalmente pelo seu comportamento. Ou seja, a maneira como fala, olha, gesticula etc. Existem também as características ruins. São definidas como cacoetes. Ao passo que também definem uma pessoa como distinta entre qualquer outra. Ela arregala o olho, tosse entre cada frase, passa a mão na cabeça ou toca o nariz, e nem sempre é bom carregar esse estigma. Ainda mais quando você é uma pessoa que costuma lidar com público e precisa zelar pela sua imagem (ou, tão importante quanto, a imagem da empresa que representa).

Cacoete consiste em mania ou mau hábito físico ou moral de um indivíduo. O mesmo que pratica movimentos repetitivos e de forma compulsiva, muitas vezes irritante ou engraçados. A causa pode vir de traumas, independente da intensidade que tenha acontecido. Por exemplo, quem passou muito tempo usando óculos e passou para lentes de contato pode ter o movimento involuntário de arrumar o óculos mesmo sem estar usando.

Há quem tenha cacoetes piores. Assim como respirar muito forte, piscar repetidas vezes, balançar a cabeça, dobrar as penas quanto fala ou emitir sons estranhos para uma ocasião (como gemidos, grunhidos, pigarros etc.).

Os cacoetes no filme Duas Vidas

Quem lembra do filme Duas Vidas, com Bruce Willis?

Russ (Bruce Willis) tem sua pacata vida como um profissional bem-sucedido virada de cabeça para baixo quando, de forma mágica e inesperada, encontra Rusty, ele mesmo com apenas 8 anos (Spencer Breslin). Rusty um doce e ligeiramente gordo menino que não fica nada feliz ao ver seus sonhos de ser um piloto de avião irem por água abaixo após conhecer sua versão adulta. Porém, o convívio de ambos irá ajudar Russ a relembrar seus sonhos de infância, para que ele possa se tornar o adulto que sonhava ser quando criança.

Uma das cenas é de Rusty, quando toma conhecimento do falecimento de sua mãe, começa a chorar. E seu pai enxuga fortemente a lágrima que cai em seu olho e diz para não chorar (ou algo do gênero). Finalmente, a partir dai explica-se o cacoete que Russ tem, de tremer o olho.

Os cacoetes em apresentações e palestras

Pronto, uma introdução bastante significativa sobre o assunto. Assim sendo, pense em quantas palestras você já assistiu e lembre-se de que pelo menos um palestrante apresentou algum cacoete. Ao falarmos, apresentamos cacoetes que passam (quase) desapercebidos por fazerem parte de nossa cultura popular.

Desde encerrar uma frase com um enfático né. E tem aqueles que usam esta palavra como interjeição para qualquer comentário. Ou sabe, iniciar uma frase com tipo, então ou não. Essas são manias que precisam ficar de fora na hora de você se comunicar.

O cacoete né

O é um derivado do termo não é, reforça um comentário que possua dúvida por parte do locutor (exemplo: em Buenos Aires é frio, não é?). E atualmente muitos utilizam de forma banal. O palestrante no palco acaba de expor uma informação e fecha com . Errado: se a informação que está passando é particular ou fato comprovado, não se deve usar uma indagação no final, mas sim concluir afirmativamente.

Esta é (mais) uma forma de se praticar não apenas a objetividade. Mas também de ser enfático em sua mensagem. Fora do palco, a pessoa começa a contar uma história pessoal e termina com ou sabe. Não, se você está contando a história para alguém é porque esta pessoa não sabe. e se ela não sabe, você não vai perguntar se é, se não é ou se ela sabe.

O cacoete Tipo

O tipo também é um cacoete. Porém seu uso não é tão desnecessário pois geralmente está associado a uma comparação. Na verdade, o problema está no exagero. da mesma forma que existem pessoas que começam uma resposta com não. Você pergunta você conseguiu enviar o e-mail? e a pessoa responde não, então, eu consegui.

Comece a reparar em como nós falamos, é realmente estranho. Nada crítico, estou longe de ser um exemplo gramatical ou de comunicação perfeita. Mas é realmente interessante ver como poderíamos, em poucos detalhes, sermos mais enfáticos e objetivos.

Os casos de cacoetes mais graves

Há casos mais graves, como a gagueira abordada no filme O Discurso do Rei, que exige tratamento específico e acompanhamento médico para ser curada. Este filme mostra a angústia de uma pessoa precisar se comunicar e ter uma barreira que a impeça. Quantas vezes milhares de profissionais precisam se apresentar em suas empresas ou representar a elas em compromissos? Enfim, geralmente as empresas não possuem ciência sobre seus funcionários serem aptos ou não para falar em público.

Uma vez participei do lançamento de um produto de uma empresa multinacional. E chamaram uma profissional para falar sobre o produto. Era o momento esperado da noite, a razão daquele encontro e de todos os gastos com locação da casa, comida e profissionais para o evento se tornar inesquecível. E o que aconteceu? Ela não conseguia tirar os olhos do chão (ou do teto – o importante era que não conseguia estabelecer contato visual). A cada frase entoava um ham, , então, tipo, hum e outros sons, e tudo foi por água abaixo.

O uso da voz na apresentação

Independente da apresentação que você possua para sua palestra, é da sua voz que o público precisa. Preste atenção a sua fala dentro e fora dos holofotes. O MonkeyBusiness se preocupa com o momento de falar em público. Assim, não investe apenas em melhorar visualmente as apresentações, mas também oferece um serviço muito importante e complementar: Coaching.

Não estamos falando de teorias que alguns profissionais vomitam com linguajar corporativo e todos acham que foram transformados. Mas sim de consulta particular com um profissional formado não apenas em comunicação mas também em fonoaudiologia. Este, sim, é o profissional que poderá dar a assistência a sua forma de se comunicar de maneira ampla e completa.

Concluindo: Quando encerrar o dia e estiver em casa, repasse suas conversas com as pessoa e tente identificar os pontos que você pode melhorar. Afinal, corrigir durante o dia-a-dia é a melhor forma de se praticar uma boa comunicação para suas palestras. Né?

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