Nós da MonkeyBusiness participamos de mais uma APAS Show 2026. E, trabalhando na criação de displays animados para os nossos clientes lá, uma coisa ficou gritante para quem olha a feira com critério: os estandes que realmente conseguem parar o público, organizar a mensagem e sustentar uma percepção de valor mais alta já não dependem apenas de metragem, arquitetura ou acabamento. Dependem de linguagem. E, hoje, essa linguagem passa cada vez mais por displays animados, vídeos, loops visuais bem resolvidos e interações audiovisuais que fazem o estande comunicar antes mesmo de alguém da equipe começar a falar. Ou seja, sem displays audiovisuais para seu estande, ele já nasce velho. Um exemplo de um display animado que criamos para a Brinks angariar mais pessoas para seu estande:
Isso importa ainda mais num evento do porte da APAS, que já trabalhamos desde 2009 e é o maior evento de alimentos e bebidas das Américas e o maior festival supermercadista do mundo, e que em 2025 reuniu 900 expositores, 78.023 visitantes, 151.984 visitas geradas e R$ 16,5 bilhões em negócios. Ou seja, em um ambiente assim, a atenção é disputada em segundos. E por isso, nós da MonkeyBusiness, como fornecedores criativos de displays animados em motion design para as maiores empresas que estão nessa grande feira, sabemos que aqueles que fazem mais sucesso, são os que mais utilizam recursos audiovisuais neles. Veja agora nosso display aplicado na feira:
Como os displays audiovisuais necessitam de mais e mais recursos audiovisuais
Como jurado, Marco Franzolim, nosso fundador e CEO, também pode conferir essa evolução audiovisual de perto: os estandes que pareciam mais vivos, mais claros e mais memoráveis eram justamente os que usavam o audiovisual como parte da estrutura comercial da experiência, comunicando uma mensagem que guia o público na sua jornada dentro desse estande. E isso conversa diretamente com a própria lógica da feira. A APAS organiza sua “Conexão de Negócios” como encontros objetivos e rápidos, com duração máxima de 30 minutos, o que mostra que o próprio ecossistema do evento já opera sob uma ideia de síntese, velocidade e clareza. Nesse cenário, os displays audiovisuais nos standes deixaram viraram um vendedor silencioso, um organizador de fluxo e um acelerador de entendimento.
Esse movimento não é só percepção de corredor; ele acompanha um mercado em expansão real. Em março de 2026, a Grand View Research estimou o mercado global de digital signage em US$ 31,09 bilhões em 2025, com projeção de chegar a US$ 33,56 bilhões em 2026 e alcançar US$ 58,42 bilhões em 2033, crescendo a uma taxa anual composta de 8,2%. O mesmo relatório aponta que video walls responderam por mais de 25,5% do mercado em 2025 e que o varejo foi o setor com maior participação em receita. Quando o setor que mais compra e mais usa essa tecnologia é justamente o varejo, o recado é simples: tela, animação e conteúdo dinâmico deixaram se tornaram infraestrutura de exposição e venda. Mais um display animado que criamos para a Moving Jet:
Ao mesmo tempo, o comportamento do público também empurra os estandes nessa direção. O relatório de marketing da HubSpot mostra que, em 2025, 60% dos marketers usavam short-form video, e que os três formatos de conteúdo com maior ROI reportado eram todos baseados em vídeo: short-form, long-form e live streaming. Já a pesquisa da Wyzowl indica que 91% das empresas usam vídeo como ferramenta de marketing e que 93% dos video marketers o consideram parte importante da estratégia.
Assim, no universo de eventos presenciais, a Freeman reportou que 75% dos participantes preferem receber informação técnica e educacional por meio de demonstrações e ativações interativas. Em outras palavras: o público já foi treinado por uma cultura de conteúdo mais visual, mais rápido e mais experiencial. E, dessa forma, um estande estático, não parece só inadequado. Ele é menos útil do que aqueles com um cuidado de displays audiovisuais na trajetória do público.
Conte com a MonkeyBusiness para desenvolver a estratégia dos seus displays audiovisuais
É por isso que a régua mudou. Hoje, um bom estande precisa ter uma jornada de guia interno para levar o público por uma trajetória de informações que construa uma mensagem. Portanto, não é apenas aquele que “aparece” na feira, mas o que consegue explicar rápido, seduzir rápido e diferenciar rápido. E isso exige material audiovisual pensado com inteligência: loops curtos, mensagens legíveis sem som, animações que organizem o raciocínio, vídeos que mostrem produto e contexto, interações que transformem curiosidade em permanência. Assim, o estande contemporâneo precisa funcionar como uma apresentação viva da marca. Quem entende isso sai na frente.
Quem ainda trata vídeo e animação como complemento corre o risco de investir pesado em estrutura física e, mesmo assim, parecer mudo no meio do barulho. Para nós da MonkeyBusiness, esse é o ponto central: no varejo e nas feiras, o audiovisual virou argumento de venda, e nós sabemos como criar o seu da forma mais eficiente.

