No universo corporativo, ainda é comum se tratar texto e imagem como duas peças separadas de um mesmo quebra-cabeça. Primeiro escreve-se a mensagem, depois coloca-se um visual nessas palavras e pronto: peça de comunicação pronta. Com isso, o resultado, na maior parte das vezes, é previsível e bastante comum: apresentações cheias de texto com imagens decorativas, vídeos que repetem em locução aquilo que já está escrito na tela, e animações que se mexem muito, mas dizem pouco.
Mas não tema! Se entendermos os conceitos de Anchorage e Relay no Motion Design Corporativo de Roland Barthes, saberemos como desmontar esse erro com enorme elegância. Assim, ao discutir as relações entre texto e imagem, é preciso destinguir duas funções decisivas: anchorage e relay. Onde a primeira ancora a leitura, reduz a ambiguidade da imagem e orienta seu sentido. E a segunda faz texto e imagem avançarem juntos, como no cinema e no audiovisual, em uma construção de significado compartilhada. Em termos simples: comunicar bem não é juntar palavra e visual; é coreografar a relação entre eles.
Aplicando os conceitos de Anchorage e Relay no Motion Design Corporativo
Essa chave teórica é extremamente poderosa para quem trabalha com apresentações corporativas, vídeos institucionais, animações corporativas e motion design. Em uma apresentação profissional, por exemplo, a imagem sozinha pode sugerir muitos sentidos, mas é o texto certo (curto, preciso, estratégico, de preferência) que ancora a leitura e impede a dispersão do seu público.
Ao mesmo tempo, se o material se limitar a usar texto para explicar tudo e imagem apenas para ilustrar, ele empobrece a experiência. É aí que entra o relay: quando texto, imagem, movimento, ritmo e sequência constroem juntos a progressão do raciocínio. Assim, a aplicação de imagens não se trata apenas de “embelezar” ideias, mas de fazer com que a própria estrutura visual participe da argumentação. Ou seja, uma boa peça corporativa não apenas informa; ela conduz e direciona o pensamento do seu público. Como fizemos nessa apresentação de resultados da AMBEV:
Esse ponto é crucial porque a comunicação empresarial costuma nascer sob a lógica da exposição, não da experiência. Ou seja, áreas internas escrevem como quem monta um documento técnico, com excesso de informações, pouca hierarquia, nenhuma dramaturgia de leitura. Só que sabemos que a audiência (seja um cliente, um investidor, um time comercial ou a própria liderança) não consome conteúdo como quem lê um manual neutro.
Essa percepção, para nós da MonkeyBusiness, que somos especialistas na construção de comunicaçã corporativa criativa, é bem clara. Com quase 20 anos de Mercado trabalhando nas apresentações, vídeos e animações das maiores empresas do mundo, desenvolvemos métodos e operações para fazer com que as duas funções entrem em confluência criativa. Por isso, aplicar Barthes à comunicação corporativa é entender que eficiência não nasce do acúmulo de informação, mas da direção do sentido. Como fizemos nessa animação sobre Psicobioma da Its’Seg:
Dessa forma, o texto precisa dizer o suficiente para ancorar e a imagem precisa fazer o suficiente para ampliar a percepção. E nós da MonkeyBusiness, como empresa audiovisual especializada na comunicação corportiva, precisamos fazer os dois caminharem juntos. Quando isso não acontece, o material até pode parecer bonito, mas falha em clareza, retenção e persuasão.
É exatamente nessa fronteira entre criatividade e eficiência que nós da MonkeyBusiness construimos nosso método criativo e operação de criação de vídeos, animações e apresentações. Afinal, poucas empresas entendem de fato que uma apresentação, um vídeo ou uma animação corporativa não são recipientes visuais para conteúdo pronto, mas estruturas narrativas em que cada elemento precisa cumprir função. Como fizemos nessa animação para a Fundação Dom Cabral:
Ou seja, aqui esse trabalho nasce de um método único que combina planejamento, estratégia, roteiro, direção criativa e motion design para transformar conteúdos complexos em peças de comunicação mais claras, inteligentes e eficazes. Assim, em vez de simplesmente “diagramar” informações, traduzimos ideias em experiências de entendimento. Enfim, aplicar os conceitos de Anchorage e Relay no Motion Design Corporativo todos os dias demanda não apenas planejamento, mas uma operação alinhada e orquestrada todos os dias.
Isso é ainda mais importante em contextos corporativos complexos, nos quais a mensagem precisa atravessar áreas, cargos e repertórios distintos. Um material pode precisar convencer o time técnico sem perder a diretoria, explicar um produto sofisticado sem entediar o comercial, alinhar a liderança sem soar abstrato para a operação. Como nesse vídeo motivacional que criamos para a 5aSec:
Anchorage o relay no Mercado Corporativo
Nesses cenários, dominar anchorage e relay deixa de ser uma sofisticação teórica e passa a ser uma vantagem prática. Para começar, a ancoragem ajuda a reduzir ambiguidades e a garantir leitura estratégica. Já o relay ajuda a criar fluidez, progressão e interesse. É assim que uma apresentação profissional ganha força de convencimento, um vídeo criativo ganha capacidade de síntese e uma animação corporativa deixa de ser efeito para se tornar linguagem. E é por isso que nós da MonkeyBusiness investimos há quse 20 anos em áreas experientes de planejamento e roteiro, porque não existe peça realmente eficiente sem pensamento anterior à forma. Como nessa animação que explica como fazer a manutenção preventiva que criamos para a Comgás:
No fim, encerrando esse debate sobre os conceitos de Anchorage e Relay no Motion Design Corporativo, Barthes nos lembra algo que o mercado ainda aprende lentamente. Assim, a comunicação visual não é pode ser apenas um enfeite visual do discurso, ela é parte do discurso. E quando texto e imagem são articulados com inteligência, a mensagem passa a ser poderosa.
É esse o território em que nós da MonkeyBusiness atuamos com excelência: criando apresentações profissionais, vídeos corporativos e animações em motion design que não apenas impressionam, mas funcionam. Dessa forma, em um cenário em que clareza virou ativo competitivo, não basta produzir peças bonitas. É preciso saber fazer texto e imagem conspirarem a favor do negócio. E isso, na MonkeyBusiness, virou método aprimorado dia após dia, job após jobs, desde 2009 com muito sucesso para nossos mais de 2 mil clientes no mundo todo.

