As telas em movimento invadiram a sua vida. Assim, a realidade aumentada deixou de ser propriedade de Hollywood. E as experiências com o motion design finalmente permearam todos os âmbitos nos quais transitamos. Assim sendo, enquanto os designers deixavam de pensar apenas em seus layouts para pensar em como criar dinamismo e movimento para elementos gráficos, marcas eram redescobertas. E redefinidas! Resumindo: Tudo isso através do que chamamos de Motion in Branding.
O motion in branding hoje é mais do que uma tendência. É uma regra para as marcas que desejam se destacar. Desse jeito, com ele, logotipos ganham movimento e marcas ganham vida. Assim, animar logos pode dar mais possibilidades de criação para toda e qualquer marca. Imagine ter mais uma força de comunicação para um simples logo. Enfim, através de animação ele ganha o impacto do tempo, e, com ele, mais planos de comunicação.
Concluindo, com o logo acontecendo em uma linha do tempo, temos mais tempo de explora-lo. Em uma linha do tempo e animado, um simples logo pode comunicar mais do que um trabalho de design. Portanto, ele passa a se comunicar através de uma animação. Assim como o logo da Fubiz:
E você? Assistiu este movimento todo acontecer com diversas marcas, vamos recaptular:
CHANNEL 4
Você conhece o Channel 4 e não é de hoje. Seus famosos blocos fizeram história na era dos logotipos estáticos. E não está fazendo diferente na era do motion in branding. Com sua nova cara, ele ganha movimento e cores criando um sistema de design lúdico, único e inovador.
NETFLIX
A nova e brilhante identidade da Netflix foi batizada “The Stack”. Com um sistema que traduz através do movimento o catálogo infinito e em expansão da Netflix, o motion in branding brilha novamente criando uma experiência de marca consistente e que reflete a essência da Netflix: movimento.
O que você está esperando? Já pensou em reinventar sua marca com o motion in branding? Transformar logos estáticos em logos em movimento é o novo momento da comunicação. Fique atento e transforme seu logo em vanguarda. Podemos concluir que, com as telas todas hoje digitais, não há mais porque desaproveitar essa possibilidade de comunicação, uma vez que elas permitem animações.

