Não é novidade que estamos sempre buscando novas maneiras, mais atrativas, de comunicar as marcas com o público. O vídeo é uma delas, e resolve muito bem essa demanda. Isso porque, com ele, é possível aliar informações visuais, narrativas, trilha sonora e animação para encantar e engajar o público. É o fenômeno do tl;dr (too long didn’t read) acontecendo na sua frente, em tempo real.
Consumimos cada vez mais conteúdo e buscamos por meios mais confortáveis para esse consumo. Isto é, blogueiros que não usam o vídeo, somente texto, estão perdendo audiência. As marcas também. Hoje, elas buscam mais do que engajamento e cliques. Buscam construção de marca. As plataformas estão aí e nós, brasileiros, somos grandes usuários delas: a segunda maior base de usuários do Instagram, por exemplo.
Outra informação que determina a mudança a favor dos vídeos online é a compra do LiveRail, plataforma de publicidade em vídeo, pelo Facebook, e a sua mudança para os anúncios em vídeo.
Mas, para pensar em um vídeo, temos que voltar alguns passos
Primeiramente, entender o público-alvo dessa comunicação, qual o tom da comunicação que devemos ter com ele, descobrir o objetivo real do vídeo, a mensagem que ele quer deixar, entre muitos outros parâmetros. Só com isso levantado, podemos começar a criar o material.
O próximo passo é desenvolvermos um roteiro, que contemple a narração (se houver), os letterings (textos escritos na arte do vídeo), todos os argumentos que devemos empregar, pensando em uma estrutura narrativa que faça sentido e contemple o que levantamos lá no começo.
Então devemos pensar na direção de arte dessa peça e criar todos os parâmetros visuais: cor, tipografia, diagramação, se vamos usar fotos, ilustrações, ícones, edição de vídeos, captação, etc. Com isso, desenvolvemos o design de cada cena e no final desse processo, animamos, colocamos trilha, narração, fazemos os ajustes finais e voilá. O vídeo está pronto.
Mas porque descrever o processo inteiro de criação? Porque sabemos da velocidade que os vídeos precisam estar prontos. Timing é tudo. Além dela, o vídeo tem que ser criativo, ter qualidade técnica e alcançar os resultados. Por isso montamos todo esse processo dentro da Monkey Motion. Sem a necessidade de envolver agência ou produtora. Fazemos tudo. Desde a concepção da ideia, passando pelo planejamento, roteiro, direção de arte, design, captação, motion design, narração, trilha e a animação final e seu fechamento. Tudo isso para ganharmos tempo, qualidade e assertividade.

